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Efeitos colaterais da quimioterapia: quais são os principais?

Efeitos colaterais da quimioterapia: quais são os principais?
Autor(a): Eryjane Tenório
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A quimioterapia é um tratamento oncológico realizado com medicamentos que atuam na divisão de células, células tumorais e células normais do corpo. Quanto maior a multiplicação das células, mais evidente será o efeito da quimioterapia sobre elas.

Dessa forma, células da pele, da mucosa oral e do tubo digestivo, assim como as células do sangue são frequentemente alvo de efeitos colaterais da quimioterapia devido à sua rápida multiplicação.

A intensidade dos efeitos colaterais da quimioterapia é variável, envolvem a associação com aspectos específicos de cada indivíduo. A tolerância para medicamentos em geral, idade, doenças associadas, estadiamento da doença oncológica, estado nutricional e de hidratação, e até o estado emocional, podem influenciar na proporção dos efeitos colaterais.

Os principais efeitos colaterais da quimioterapia são:

  • alopecia;
  • hematomas e hemorragias;
  • infecções;
  • anemia;
  • vômito;
  • diarreia;
  • pele seca;
  • alterações ungueais;
  • fadiga;
  • perda de peso.

Quando os efeitos colaterais da quimioterapia exigem atenção?

Quaisquer efeitos colaterais da quimioterapia que não sejam controlados com os medicamentos de suporte prescritos pelo oncologista devem ser tratado com cuidado. Isto é, devem ser inicialmente avaliados e tratados em ambiente hospitalar, com início imediato de tratamento.

Quadros de diarreia e vômitos prolongados podem levar a desidratação e hipotensão. Alterações hematológicas gerando sangramentos invariavelmente necessitam de suporte transfusional.

Quadros febris, principalmente relacionados à queda de neutrófilos, têm risco de infeção grave em evolução e necessidade de uso de antibioticoterapia.

mucosite, que é o desenvolvimento de lesões na mucosa oral, que podem ulcerar e levar a dificuldade para ingestão de líquidos e alimentos, aumentando o risco de desidratação e desnutrição e associado-se a uma maior susceptibilidade a infecções graves. Tratamentos locais com bochechos podem ser suficientes, mas em alguns casos, há necessidade de analgésicos, antibióticos e tratamento com laserterapia.

Sinais de desidratação como prostração (fraqueza), hipotensão, grande inapetência ou dificuldade para deglutir, estados febris (temperatura superior a 37,8 ºC), presença de grande quantidade de úlceras na boca, vômitos e diarreia descontrolados e sangramentos são sinais de alerta e a orientação é de procura imediata de atendimento médico.

Converse com seu médico e a equipe multidisciplinar que estão lhe acompanhando. Eles poderão lhe dar orientações mais específicas sobre os riscos e benefícios esperados do seu tratamento.

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